terça-feira, 10 de maio de 2011

Rabiscos



Depois de um dia exaustivo de aula na faculdade, logo ao adentrar em casa(Goiânia) me deparei com  cadernos antigos sobre a mesa, de cara fiquei espantada sem saber o por que daqueles antigos cadernos ali, fiquei calada fui até o quarto me trocar para almoçar, logo após  percebi  tia Rizo a mecher no material sobre a mesa, minha curiosidade era tamanha, me aprocimei , e as perguntas exalaram .Descobri que os cardenos eram de uma década de sonhos ,amores ,amizades e muita alegria,e que neles as lembranças de uma caligrafia perfeita,ainda vivia.
 Aquelas folhas antigas, marcadas pelo tempo ainda se mostravam fortes e resistentes, sobre elas a juventude de uma menina  havia sido descrita . Tia Rizo relia os seus poemas favoritos com um amor e  brilho no olhar, que me contagiavam.Por um instante parei, e sem perceber me deixei levar  sobre a melodia das palavras que sobre saião da sua boca.Olhei nos seus olhos  e percebi a alegria com que ela revivia ao reler seu caderno de confidências. Ao ver o sorriso estampado nos seus lábios após o final do poema, não resisti e lágrimas caíram.
O poema dizia o seguinte...

Sorrir

Sorrir, embora tenhas dentro da alma
A dor que o mundo desconhece
Sorrir que o teu sorriso será prece
Que te aliviará te  dando calma

Sorrir, como se em tua alma
Nenhum mal, nenhuma dor houvesse
Pois o sorriso é balsamo que acalma
Os males que na vida se padece

Faça como eu, sorrir!Vá emetindo
Não deixe o mundo saber que está fingindo
Nãe deixe o mundo saber que és infeliz!

Pois se viveres sempre assim sorrindo
O mundo não vai saber que estás fugindo
E todos pensarão que és feliz!
(Collid Filho)


Sorrir! Hoje ,amanhã e depois...apenas sorrir!
E nunca deixe de sorrir, pois o sorriso alegra a alma e  faz bem ao coração.

L.

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